
Técnico da Cagece apresenta proposta na comunidade de São Vicente
Em dezembro de 2010, na comunidade de São Vicente, onde fica o açude Deputado Luiz Otacílio Correia (Olho D’Água), foi realizada uma reunião entre os ribeirinhos do açude, a Aquidágua, Colônia de Pescadores Z-31 e representantes da Cagece e Cogerh, quando foi discutido sobre o destino que seria dado aos resíduos tóxicos resultantes do processo de tratamento da água do reservatório, que estão sendo lançados no leito do Riacho do Machado.
Para lançar os resíduos formados por metais pesados como chumbo, alumínio e outros no leito do riacho, a Cogerh e a Cagece, alegaram naquela oportunidade, que receberam o açude sem os tanques depuradores, que seriam destinados a armazenar os resíduos.
Também naquela reunião, a Cogerh e a Cagece pediram um tempo para elaborar um projeto que solucionaria o problema, e, enquanto isso, os resíduos continuariam sendo jogados no leito do riacho. A proposta foi aceita, mas com o compromisso dos responsáveis de solucionar a questão.
Há 90 dias, em um novo encontro entre os envolvidos na questão, na capela do sítio São Vicente, o Dr. Galba, Gerente Regional da Cagece, prometeu resolver o caso.
Nesta quinta-feira, 22, foi enviado a Várzea Alegre o técnico da Cagece, Rivelino, para apresentar uma proposta com encaminhamento paliativo para o destino dos resíduos, que ainda assim, seriam lançados no leito do riacho, o que não foi refutado pelos ribeirinhos.
Os interessados na preservação do açude e do Riacho do Machado deram um prazo de mais 30 dias para que a Cagece apresente um projeto definitivo para o tratamento dos resíduos tóxicos do reservatório que abastece a cidade.
Falando por telefone ao jornal da Rádio Cultura de Várzea Alegre, o Dr. Galba tranquilizou a população, informando que a Cagece já tem um projeto definitivo sobre o destino que será dado aos resíduos tóxicos do tratamento da água do açude que atenderá aos anseios da comunidade. |